Já parti.
não trago muita bagagem. isso resolvo à chegada.
levo umas mãos vazias.
calço sapatos cobertos do pó da estrada. vestida levo a camisa de todas as caveiras que sou e das que deixei para trás... não levo senão os monstros que ficaram.
de sonhos levo uma mão cheia
e outra vazia, que vou enchendo com os quilómetros que passam.
Sou o caminho que sou.
terça-feira, 1 de abril de 2008
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