presta atenção com esses teus olhos
que em todo o lugar não vêm
senão fogo;
que o mundo é mais do que as chamas
que registas e compreendes.
há lugares mornos de quietude
em que a medida te é desconhecida.
aos lugares que desconheces e que tocas
com as tuas mãos,
essas labaredas da tua combustão espontânea,
da-lhes o nome de estrelas.
essas constelações que estão tão distantes de ti
como o mundo.
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segunda-feira, 7 de março de 2011
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