sou um lugar onde as promessas morrem devagar
onde viveram sonhos que são praticamente eternos
onde sopra o vento por soprar
sem Norte ou Sul sem saber quem leva
o céu negro mas sem dor corre
mil léguas por segundo para me libertar
do sufoco da solidão
não há liberdade
não há esperança e o ar é espesso e
o ar é frio e
há um desvanecer lento, um definhar indolor.
um lugar de promessas devagar, devagar, devagar
.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
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