subo degraus abro a porta e fecho.
tiro a camisa que me desliza nos ombros e deixo as calças escorrerem nas pernas. e sem acender a luz
(porque de repente é muito melhor sem acender a luz)
oiço a chuva cair lá fora
(são quatro da manhã lá fora e faz frio cá dentro)
o frio é cá dentro,
quando me lembro de que é bom lembrar-me de ti.
ou se não é bom fazes-me falta.
não me perguntes de que forma.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
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